Relatos de um FÃ

Olá! Obrigada pela visita,esta história é um pouco diferente das demais, pois, não foi eu quem a escreveu e sim um fã, que teve a sorte de me conhecer e mesmo sem eu pedir, ele fez esse depoimento na qual transfiro para seu deleite! Comente, vou adorar! Beijos

Obra de conteúdo Adulto, Sensual, Erótico, Sexual

e com textos bem Obscenos e Pornográficos!

Leiam quem quiser!

Proibido para menores de 18 anos!

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Relatos de um FÃ

 

Em 2016 comecei a ler relatos de mulheres e casais que realizavam suas fantasias, e como isso era gostoso pra eles, e foi ficando gostoso pra mim também, pois comecei a ver o quanto é importante ser feliz em todos os aspectos.

Foi aí que conheci a Marcinha, uma escritora de contos eróticos, mas que tinha um diferencial, os contos dela são fatos verídicos, narrados com riqueza de detalhes, com sentimentos nas palavras.

Logo no primeiro conto fiquei extasiado com a forma como ela descreveu sua aventura, eu sentia que ela gostava mesmo daquilo, e lógico, fiquei louco de tesão, imaginando seus movimentos, seus olhares, seus gemidos…Na primeira oportunidade que tive, me masturbei lembrando daquilo tudo, e foi muito fácil gozar já que só de lembrar da história eu já ficava todo melado.

Depois de muito insistir, consegui conversar com minha musa inspiradora, infelizmente ela já estava casada e não tinha mais tempo para se aventurar, pois agora já tinha outros planos de vida.

Muito teimoso como sempre, não desisti de realizar o que agora, era a minha maior fantasia: Ter uma noite com a Marcinha.

Começamos a trocar e-mails, ela sempre muito simpática, mas já não tão disposta a novas aventuras, e eu desejando cada centímetro do seu corpo, imaginando todas as coisas que poderíamos fazer, só pensava no prazer que essa mulher me daria.

Enfim depois de meses trocando e-mails, ela resolve me dar uma chance, não sei se por dó ou por acreditar que seria a única forma de se livrar de mim.

Nos encontramos perto da casa dela, ela entrou no carro e começamos à conversar sobre tudo o que estava acontecendo, como era diferente aquela situação, já que ela não tinha conhecido um fã nesse ponto.

Contei pra ela o quanto gostava de seus contos e como eles mudaram minha perspectiva sobre a sexualidade, como eu me sentia identificado com eles, e como me excitavam também.

Ela sempre simpática, sorrindo o tempo todo, muito a vontade comigo, me deixando cada vez mais excitado com seu vestido preto, um pouco acima do joelho, um pequeno decote, e seus braços à mostra, até que chegamos num chalé.

Entramos e quando desci do carro, peguei no banco de trás um vinho que gosto de tomar pra relaxar, pra deixar o clima mais agradável, coloquei dois copos na mesa, ela veio, brincamos, bebemos e nos beijamos.

Seu beijo era ainda mais gostoso do que eu tinha imaginado, lábios lisos, língua comprida, beijo molhado, perfeito!

Comecei a tocar seu corpo, apertando contra o meu, fazendo ela sentir meu pau duro contra a sua buceta quente, apertei sua bunda com as duas mãos enquanto a beijava e lambia seu pescoço arrancando pequenos gemidos dela.

Eu sentia todo o calor vindo da buceta dela no meu corpo, segurei seus cabelos pela nuca, enquanto beijava sua boca e sentia seus lábios tremendo de tesão, foi quando levantei seu vestido e a coloquei em cima da mesa, com as pernas abertas, não foi surpresa ver que ela estava sem calcinha já que não tinha visto nem sentido nada no meu corpo que não fosse seu corpo, sua pele, seu cheiro.

Ela ainda de salto com as pernas abertas na mesa, toda vulnerável pra mim, só coloquei os dedos na buceta pra sentir como estava melada, e comecei a chupar, de baixo para cima, forçando, fazendo ela sentir minha língua lá dentro.

Tirei os dedos e levantei seu quadril, pra alcançar mais embaixo ainda, ela percebeu, ofereceu seu cu pra ser lambido, eu não desapontei, lambi aquele cu gostoso, já subindo pra sua buceta, deixando ela de ponta a ponta molhada.

Baixei os ombros do seu vestido deixando seus seios a mostra, chupei com vontade, como se estivesse mamando eles mesmo e ela adorava e pedia pra chupar mais.

Beijei sua boca com o gosto do seu corpo, o que a deixou mais excitada ainda.

Ela na mesa com as pernas abertas e a buceta melada me convidando pra socar o pau, e foi o que eu fiz, soquei o pau todo de uma vez, ele entrou até o talo sem dificuldades. Não esperei ela se acostumar, já fui metendo com vontade, mostrando pra ela como sentia tesão por aquela buceta quente e melada. Fui aumentando o ritmo e ela gemendo cada vez que meu saco batia nela, apertando meus braços e mordendo os lábios. Sentia ela se contorcendo pra sentir meu pau entrar rasgando sua buceta, percebi que ela estava adorando a foda. Continuei socando forte, até o talo, e ela querendo mais, eu já comecei a pensar em como gozaria na boca dela, e a faria engolir tudo.

Muito gostoso foder essa puta nessa posição,  mas não queria ficar só naquela, então a coloquei em pé na frente da mesa, com os braços apoiados na mesa e bunda empinada, mandei ela abrir a bunda pra mim, e de novo soquei na buceta dela com força, arrancando mais um gemido de dor e prazer.

Meti mais um pouco naquela buceta deliciosa, já preparando o cuzinho pra ser arrebentado, e ela sabia que não teria dó dele, por isso quando tirei da buceta e mandei ela abrir de novo pra mim, ela olhou pra trás com um sorriso safado no rosto, e pediu pra não machucar, então coloquei devagar, sentindo cada centímetro do meu pau deslizando pra dentro daquele cuzinho gostoso, a expressão de dor no rosto dela me deixava mais excitado ainda, me fazendo apertar seu quadril contra o pau que entrava. Seus gemidos eram ainda mais fortes, como convites pra socar mais, e quando já estava tudo dentro, só me restava estocar aquele cuzinho delicioso, foi então que segurei nos cabelos de sua nuca e na sua cintura, dominei seu corpo, e estoquei com vontade seu rabo quente e gostoso. Não faltaram tapas na bunda e xingamentos, tudo que me excita.

Conseguia ver e sentir como ela estava gostando da foda, fui aumentando o ritmo, currando o cuzinho da minha inspiração, quente e gostoso.

Meu gozo já estava vindo quando ela começou a gemer mais alto e senti que ela iria gozar também, continuei socando o pau nela até gozar, senti seu corpo tremendo, suas pernas se contorcendo, uma delícia!

Mas ela não queria parar, pediu pra mim gozar, disse que quer sentir minha porra quente no seu corpo, eu já louco pra gozar, meti mais um pouco e quando veio, não segurei nem mais um minuto, mandei ela ajoelhar a apontei a cabeça nos lábios dela, com poucos movimentos eu já estava derramando minha porra na sua boca e ela não deixou cair uma gota no chão, lambeu e engoliu tudo! Que mulher! Que foda fantástica!

Fomos para o chuveiro ainda extasiado com aquela foda, como foi gostoso meter na mulher que me deixou louco com suas histórias e ainda mais gostoso foi ver que ela gosta mesmo de foder.

Marcinha entrou no chuveiro comigo, começamos a ensaboar nossos corpos, eu aproveitando pra lambuzar sua bunda gostosa e ainda sentindo o calor vindo da sua buceta, eu sabia que ela queria mais e eu também queria aproveitar cada minuto com aquela mulher. Quando ela pegou no meu pau pra lavar, senti suas mãos quentes, habilidosas e safadas, fui ficando ereto de novo… Ela já ajoelhou, e como uma boa serviçal, colocou tudo na boca, sem usar a mão, mostrando toda experiência que tinha, uma verdadeira Deusa do Sexo.

Sua língua me estimulava quando ela engolia o pau todo, fazendo a baba escorrer pelo saco e pingando no chão. Desliguei o chuveiro e segurei sua cabeça encostada na parede, e comecei a foder sua boca devagar, forçando o pau na garganta. Cada estocada que eu dava, ela soltava um gemido e as lágrimas começaram a escorrer, aumentando meu tesão. Saímos do chuveiro e coloquei ela deitada de bruços na cama com as pernas fechadas, deitei sobre ela e coloquei o pau naquele cuzinho gostoso de novo, mas dessa vez com menos carinho e mais força, cada estocada era um prazer diferente, um misto de tesão, dor, satisfação, e preocupação já que ela parecia insaciável.

O pau entrava todo no cuzinho me deixando com a sensação de que estava completando ela, e seus gemidos, xingos e pedidos pra foder mais, me levaram ao delírio, não demorei pra gozar pois estava tudo perfeito, uma posição ótima, uma mulher gostosa, safada e muito disposta a me dar prazer. Gozei dentro do cuzinho dela, depois fiquei olhando escorrer pelos lábios da buceta, passando o dedo pra deixá-los melados enquanto olhava para o rosto dela com aquele mesmo sorriso de quando entrou no carro, mas agora com o cabelo molhado e a pele nua. Com certeza foi uma das melhores transas que tive na vida, uma realização de fantasia que jamais vou esquecer. Agora tenho uma ótima história pra lembrar quando pensar em realização pessoal, mulher gostosa e prazer. Agora vou em busca de outra realização, um ménage feminino, e vou pedir pra Marcinha participar, pois sei que ela gosta também, já imaginou? Esse furacão comigo e mais uma amiga… será que tenho motivos pra estar ansioso?

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Perdida no Deserto

Kyzyl Kum

Estava pilotando meu próprio avião, um Javelin Mk 10. Saindo de Gokuleshwor Airport, Nepal, onde estava tanto a negócios e a passeio, agora de volta, programado uma parada final na Rússia, Ufa International Airport, Respublika Bashkortostan, onde tenho assuntos comerciais a tratar e conhecer mais do local. Agora começo a sobrevoar o deserto de Kyzyl Kum, quando o avião começou a dar pane e ao mesmo tempo, observo uma aeronave desconhecida passando ao meu lado e pelo pouco que conheço, esta era diferente de tudo que já vi, mas meu avião estava para cair, não mais me importei com isso, os botões todos piscando e fazendo barulho infernal, quando decido, não tem mais jeito, agora é saltar e aperto o ejetor que me lança a uma altura segura para que o avião se distancie e eu estar a salva quando chegar ao solo, mas ainda no ar, presa ao paraquedas novamente a tal aeronave passa, que o deslocamento de ar me empurra e me faz rodopiar, quase embola as cordas, mas enfim chego ao solo, graças a areia o pouso até que foi fácil, junto o paraquedas e aproveito que o tecido é branco, corto uma boa parte para fazer um tipo de vestimenta que vai me proteger do forte sol, faço um tipo de turbante e uma cobertura para o corpo, já que eu estava de roupas de couro, o que não combina com deserto, mas seria bom quando anoitecer, o resto do tecido coloco de volta a mochila, vou até o avião procuro algo de útil, mas não sobrou nada que eu pudesse usar como abrigo pela noite que logo chegaria. Nada a fazer ali, jogo dentro a mochila do paraquedas no fogo e observo a minha bússola e vou seguindo em direção a qual eu achava que logo chegaria a alguma civilização, antes deixando uma marca qual caminho eu segui, caso alguém passe por lá.

Duas horas e meia depois a noite chega e com ela a baixa temperatura, estava com fome e com sede, mas por enquanto ainda tenho suprimentos, que devo moderar o consumo enquanto estiver neste local. Pela bússola e um mapa, consegui me localizar, ainda estava em Kyzyl Kum que é um grande deserto do Uzbequistão e Cazaquistão, mas saber isso, em nada me ajudou, pois a pé em qualquer direção a cidade mais próxima estaria a sete dias andando sem parar, que desânimo, talvez eu devesse ter ficado junto aos destroços do avião, pois aquela outra aeronave possa trazer ajuda, mas decido seguir em frente e faço outra marcação na areia com pedras que encontro no caminho, e alguns utensílios que utilizei para beber e me alimentar. Quando chegou meia noite o frio era intenso, não havia nenhum abrigo e nada para fazer uma fogueira, com meu tablet eu escavei o solo, fiz um buraco e me enterrei nele e cobri meu rosto com o tecido e assim tentei descansar e dormir algumas horas.

Acordo com luzes ao longe, mas muito forte, saio do buraco, observo que são duas luzes, concluo que seja um caminhão, mas não ouço nenhum barulho de motor, estou tentando calcular a distância, creio que dois e meio a três quilômetros de distância, não sei se acendo minha lanterna ou se aguardo mais, as luzes vem se aproximando rápido, mais rápido se fossem mesmo caminhão então decidi, não ligar minha lanterna, até que aproximadamente quinhentos metros de distância e ainda sem ouvir motores, e sem ter para onde correr, vejo que elas ao invés de me atropelar, se dividem, uma pra direita e sobe e some de vista, assim, rapidinho e a outra, sem conseguir ver, mas com certeza a mesma coisa pela esquerda, sumiram, nada no solo, nada no céu a não ser as estrelas e nem mesmo a lua para ajudar a ver algo mais aqui em baixo. Volto para o meu buraco, mas não sei se devo dormir, ou ficar atenta a qualquer anormalidade dessas. O cansaço falou mais alto, durmo e acordo com a luz do sol, me levanto e acabo percebendo várias marcas no solo de pegadas, parecidas com as de humanos, mas de tamanho maior que o normal marcavam a areia, não sei quantos, poderia ser um só que rodeou e rodeou fazendo diversas marcas, mas não ouvi nada nada e tinha passos menos de vinte centímetros de onde eu estava, será que me viram, será que era a camuflagem perfeita me enterrar. Quem eram, qual tamanho deste ser ou seres, quantos são, quantas perguntas tenho agora, mas ninguém vai me responder, tenho de andar muito hoje e fui, Seis horas da manhã andei até o meio dia, quando sentei me, para comer algo e beber mais um pouco, antes que eu pegasse a latinha onde estava minha ração, vejo no horizonte algo no céu, esperei ser um avião, mas vinha muito rápido, sei que se estiver mais rápido que o som, só ouvirei depois de passar, mas lembrei da nave que vi antes de cair, e nem me mexi, e a nave ao chegar acima de mim, exatamente acima, para! Sim de uma velocidade incrível a parar, sem escorregar no ar, é o que aconteceria com algum avião terrestre, se fosse realmente parar depois dessa velocidade. Olho para cima, não falo nada, nem me levanto, abro minha lata, dou uma colherada da ração e como, o objeto parece descer e realmente nada se parece com avião, termino de comer e jogo a lata na areia e parece que a nave se assustou (ou me acharam uma porquinha) e sumiu dali rapidinho, nenhuma marca no céu de fumaça, de condensação da queima de combustível dos motores, nada, nem barulho. Recolho a latinha e a utilizo para ajudar a marcar o caminho que eu estou seguindo e continuo minha jornada, sem pensar no acontecimento, só queria sair desse local o mais rápido possível.

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Próximo episódio Base Militar Camuflada

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Base Militar Camuflada

Paro para fazer uma pausa próximo a três horas da tarde, ainda não avistei nenhum sinal de civilização o que me dá um grande desânimo, abro meu cantil e observo o céu para ver se os tais objetos estranhos estão por ai, também nenhum sinal deles e acabo de beber a água e nem mesmo consigo achar alguma árvore, mesmo que morta, para que eu usasse seus galhos para fazer uma tenda e ter um pouco de sombra, mas mesmo assim eu escavo um buraco, coloco um tecido sobre ele e nas pontas coloco a areia retirada, na intenção de que segure o tecido e eu posso assim tirar um cochilo, parece que deu certo, entro nele e relaxo embora esteja muito calor, ficou suportável lá dentro, o que me fez cair no sono rapidamente, como não coloquei nenhum despertador acabei acordando com um vento gelado, na qual constato já ser noite, olho no relógio são 20:36. Nossa me espanto ter dormido tanto agora ao menos vou andar sem o calor e eu andarei melhor a noite, farei isso sempre que possível, trocar o dia pela noite! Então faço a marcação do meu caminho e observo em volta nem mesmo consigo ver luzes de possíveis cidades ou de veículos pela região, o céu está bem estrelado com o esplendor da via láctea bem visível, um lindo espetáculo, só faltou mesmo uma lua cheia para clarear o caminho, mas paro de admirar o céu e sigo caminho. Até que algumas horas de caminhada, vejo luzes e pensei, como não vi antes essas luzes. Vou me espreitando para chegar perto sem ser vista, tem diversos caminhões chegando e outros tantos saindo, a maior surpresa para mim, foi ver dois aviões e um helicóptero saindo de lá. Pensei “uma Base Militar aqui?” Fui chegando cada vez mais perto, já ouvia os superiores dando ordens para agirem com rapidez e cuidado, logo parou de entrar caminhões e acho que o que estava vendo ser carregado seria o último, e eu precisava entrar nesse caminhão, para sair daqui, fui me aproximando quase engatinhando e me apressando, pois já estavam fechando o baú e o motor foi ligado, mas ainda havia muitos militares ali muitos armados e observando todos os lados, não vou conseguir, o caminhão enfim saiu e eu não posso correr, e então todos entram e as luzes são apagadas, fico na maior escuridão, pior ainda, pois estava acostumada com as luzes, não faço nada por alguns instantes e ainda vejo já bem longe o caminhão que logo some de vista e ai acontece algo mais estranho, a base toda está afundando, não é um acidente geográfico, mas coisa preparada, e avisto uma janela aberta, corri e saltei para dentro, puta que pariu, deixei a minha mochila lá fora…

Estou em uma sala que sinto se afundar no solo, decido fechar a janela, na qual entrei, achei que poderia ter sensores e chamariam a atenção, bom arrisquei. E fui ver a porta e estava fechada, quem disse que seria fácil, e tinha fechadura eletrônica, ao menos encontrei um armário com água e comida e faço a melhor refeição que já tive nesses dias, sinto que o movimento de descida parou, imagino que quem estiver lá no deserto, nem tenha ideia do que está sob seus pés, então em outro armário encontro um crachá de algum funcionário, mas como ele saiu? Hum, deve ter saído com algum colega e esqueceu o crachá, colo minha orelha na porta afim de ouvir alguma coisa lá fora, alguma conversa principalmente e nada ouço e decido passar o crachá na leitora. Ao passar, a porta fica liberada, observo um grande corredor e estou praticamente no meio e vejo câmeras de segurança na parede e penso de como sair sem ser vista, eu segurando a porta aberta, para pensar o que fazer, descobri que foi um erro, pois a fechadura da porta começou a tocar um alarme. Que merda, não sei se fecho e fico, ou se sai correndo, decido sair correndo pelo corredor e logo todo o corredor tinham umas luzes vermelhas que tocavam um alarme ensurdecedor, já começo a ver soldados atrás de mim gritando para parar, mas como não deram nenhum tiro, acho que não podem atirar dentro do local, então eu corro mais, mas pra onde? O corredor está se acabando e não vejo nada aberto, ou melhor vi uma porta e ali entrei, toco em outras portas e acho outra aberta, entro e a tranco, sento no chão para recuperar o fôlego e pensar como sair dali, agora todos lá, já sabem que tem uma intrusa e posso ser morta a qualquer momento.

Sigo em frente naquela sala, uma grande porta do tipo usada em submarinos está na minha frente, não vejo nada eletrônico então decidi abrir, mas era muito pesado rodar a trava da porta, encontro uma vassoura passo seu cabo no meio e consigo girar e abrir, quando entro, fecho a porta e a travo novamente, mas quando me viro fico de boca aberta! Vejo muitas baías com homens de uma grande altura, todos em algo tipo em conservas ou animação suspensa. Enquanto fico boquiaberta, abrem a porta e os soldados todos armados, apontam suas armas para mim, eu levanto minha mão, outro vem por trás, pega minha mão e me algema, depois de algemada, uma mulher me leva a uma outra sala, me revista, aperta meus seios e força sua mão em minha vulva, depois tirou minhas algemas e me pede para despir, retruco do pra quê? Ela me dá um soco no estômago que caio ao chão quase desmaiada e ela me dá chutes para me levantar, o que faço com dificuldades, já que continua a me chutar, começo a me despir e ela vai jogando minhas roupas em um saco, pede a calcinha e sutiã e joga tudo no saco e entrega a outro soldado e manda para incinerar. Gritei, não, meus documentos, por favor. Mas não fui atendida e o soldado sumiu levando minhas roupas. Disse o que vou vestir? A militar, disse, nada, vai morrer ao amanhecer e seu corpo será também incinerado. Gelei.. A militar saiu e fechou a porta, me deixando nua, nem mesmo um trapo para me cobrir e a sala era tudo vazia, nem armários, nem onde repousar. fiquei em um canto agachada, longe da câmera de segurança, a temperatura não era fria, até que agradável, nem mesmo banheiro tinha lá. Então alguém entra na sala, era um general. Com certeza me viu nua e veio né. “Homens”…

Bom ele pediu para segui lo, ainda nua o segui, haviam soldados atrás que faziam escolta, eu olhava para trás e eles sempre estavam rindo, talvez excitados também. Entro em uma sala, os soldados ficam do lado de fora, e o General, oferece um chuveiro para me banhar e roupa limpa para vestir e pede depois que me sente a mesa com ele. Fui me banhar. Haaa, que bom um banho, acho que demorei, pois o general, apareceu no toalete e fez um gesto de tempo e diz: – Aqui é um deserto, cada gota de água que está usando pode fazer falta para se beber!

Ui… acabei o banho, me troquei, até perfume tinha, cheguei em direção a mesa, que estava pronta para dois banquetes, até vinho, e o General diz, sente se, puxando uma cadeira me dando lugar a sentar, agradeci e sentei, o General antes de se sentar, me elogiou, dizendo estar linda no vestido, e eu o agradeci por isso!

O General, que chamarei de Frank, serviu a refeição para mim e me perguntou o que fazia ali.

Respondi, que estava perdida, minha aeronave teve problemas e caiu a dois dias atrás, desde então estou andando tentando chegar a alguma cidade até que encontrei sua base. O que fazem aqui, o que são aquilo tudo? perguntei.

Frank desviou o assunto, me dizendo que eu não poderia mais sair da base e que não tem como parar a ordem de me executarem de manhã. Então suas perguntas não precisam de resposta.

Não podem fazer isso, sou cidadã americana (kkk Brasileiro também está nas Américas, vai que cola!).

Ele riu e jogou meus documentos, você é brasileira, nada oferece de bom, nem tecnologicamente, nem  tecnicamente, nem logisticamente, nada, nada brasileiros podem oferecer, a não ser…!

Eu disse, continue, a não ser…?

Frank, -A não ser as brasileiras!

Eu, -Há, as Brasileiras! Eu sou Brasileira!

General… Sim, você é Brasileira! Diz me tocando e abaixando as alças do vestido em meus ombros, suspirei prevendo o que ele queria, claro, viu tudo já…

O General me levanta e me beija, mas não correspondo e ele deixa cair meu vestido, me deixando já nua, pois não me deu calcinha, nem sutiã. Me aperta contra seu corpo, e vem de novo com sua cara de barba e bigode branco cheio, pelo menos não havia mau hálito, me beijou de novo e eu acabei cedendo, afinal não sou de ferro e acho que seria a última vez na vida, que faria isso.

Então o abracei e retribui o beijo, Frank, apalpou meus seios, sendo um mau garoto, pois apertava como se fosse buzina, e tirei sua roupas com ele colaborando e transamos loucamente, fiz até o que ele nem pediu, (Desculpa a falta de detalhe, mas aqui, não é conto erótico), gozamos muito e deitamos juntos, algum tempo depois Frank dormiu e eu me vesti e vi que a porta estava meio aberta, pensei que os soldados estavam vendo o que fazíamos, mas quando a abri, não havia ninguém próximo a porta, então fui me espreitando e então senti o prédio subindo como um elevador, pensei, era a melhor hora para fugir de lá, ouvi umas movimentações próxima e a parada do movimento do prédio, Em outro corredor, vejo uma porta aberta para o lado de fora, corri, pois não havia ninguém, olhei para o lado de fora, estavam ocupados com algum caminhão e eu saio, olho para trás e vejo o Frank e ele me vê e dá um pequeno aceno e faz um gesto com os dedos que significa “vai”, havia um caminhão com alguma carga, mas não cheio e entrei lá rapidinho,e me escondi atrás das caixas e contêineres e logo, colocaram mais caixas e trancaram o baú e o caminhão se foi, não sei que horas eram, levaram meu relógio, celular, ração, tudo, estava fudida e fui mal paga, o que vai acontecer quando abrirem o baú? Quanto tempo vai levar essa viagem? Me sinto sufocada, só com a ideia de ficar aqui muito tempo, mas relaxo e até tento dormir para economizar ar, quando o caminhão parece que perdeu o controle, está em zig zag rápido e tomba, eu que estava no meio do baú, vejo as caixas caírem em cima de mim e o peso delas eram muito pesadas, bateu em minha cabeça e desmaiei ou morri!… Será?

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Próximo episódio: Conhecendo os Extraterrestre

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Conhecendo os Extraterrestre

Não sei quanto tempo fiquei desacordada, mas quando abri os olhos, não estava no escuro do baú do caminhão e sim em uma sala muito bem iluminada que me ofuscava a visão e então vejo um homem, de máscara, óculos e touca; Pensei estar em um hospital, pois estava com faixas na cabeça e meu braço estava imobilizado por alguma coisa, que não sei o que era, não era gesso, era algo até que macio, mas deixava meu braço bem apertado e não sentia dor. Ele logo falou,

Olá, sou o Doutor, você teve um acidente e faleceu, mas ainda chegamos a tempo de poder reverter, houve o que vocês chamam de Politraumatismo craniano, perfuração pulmonar e fraturas no rádio das duas mãos. Com nossa tecnologia, você pode se recuperar de todas essas lesões e ainda ganhou energia extra, está mais forte agora.

Eu: Obrigada pela atenção, não sinto nenhuma dor ao contrário de um braço quebrado na juventude a dor era imensa, mesmo engessada. E que hospital é esse? Se eu estava muito longe de qualquer cidade?

Doutor: Tá isso eu posso te informar, venha comigo, que explico melhor.

Fui andando com o Doutor e admirando o quão limpo era esse hospital e vazio, cadê as pessoas? perguntei, mas não tive resposta e me pediu para observar uma janela ovalada. Ao observar além da janela, acabo ficando petrificada com o que vi, olhei para o Doutor e para a janela, para tudo ao meu redor e para a janela, chorei, mas não sei se é de alegria, de medo, de agonia, de sei lá mais o que. Sentei me no chão ainda chorando e o Doutor me toca e me pede para ir se deitar, pois fiquei muito abalada ao saber que estava em uma nave espacial e a Terra estava tão distante, que era menor que a Lua que a via habitualmente, mas eu também vi a lua menorzinha ainda e muito mais, tantas estrelas. Chorei por não saber o que mais aconteceria e eu só queria ir pra casa, nem mesmo já me interessava ir pra Rússia fechar alguns acordos comerciais para o Brasil e eles. Nem isso queria mais. Quero minha casa, minha cama, minha mãe…

Deitei na cama que o Doutor aprontou, me deu água para beber e novamente acabei dormindo. Fui acordada por uma mulher jovem, que estava retirando a tala de meu braço, eu prontamente disse: Não, não está pronto ainda, acabaram de colocar, vai voltar a doer.

Ela riu, mas não tinha certeza de que falava minha língua a não ser o Doutor, até que ao terminar de retirar, a jovem Doutora, fez gesto para que mexesse o braço, fazer vários movimentos, abrir e fechar a mão. Fiz o que ela pediu, não senti nenhuma dor e tudo perfeito, até uma verruga que eu tinha na mão, não estava mais lá. Então ela tirou a faixa de minha cabeça e me mostrou um espelho para observar e não vi nada demais a não ser meu rosto que nada parecia cansada com tudo aquilo, eu antes sentia que estava com a cara queimada pelo sol, mas continuo branquinha de neve, com a pele mais frágil como sempre! Mas sentia uma boa energia em meu corpo.Dei um largo sorriso e disse como posso fazer para retribuir o que me fizeram, dito isto ela me responde, o nosso pai, quer falar com você. Te levo a ele, por favor, venha!

Ela me leva até uma porta que era enorme, que se abre, a pequena Doutora me indica para entrar, mas sai e a porta se fecha. Vejo uma grande poltrona e vou em direção a frente dela, nem precisou muito, pois esta girou e parou na minha frente e então vi o homem mais alto do mundo, não.. do Universo! Deveria ter uns quatro metros de altura, mas não parecia ser bravo. Bom ele foi bem objetivo, disse que eu entrei na base militar  e se tinha visto algo anormal. Com ele ali, já não sei o que é anormal, até que me “toquei” e disse, acho que sim, está procurando por pessoas iguais a você, eu vi na base, sei onde e como os esconderam.

Ele se espantou levantando suas sobrancelhas, mas fez uma cara feliz, e diz;

Tem certeza de que sabe onde estão? Eu pensando, estava a noite, como vou saber na verdade e agora, não posso mentir. Haaa.. Me lembrei eu fiz marcações por onde andei, se achar uma só, dá para saber o local.

Eu pedi um mapa da Terra, e lhe falei sobre meu avião que caiu, se ele sabia de algo, Ele já sabia e mandou chamar um piloto, e veio um rapaz, aparentava uns 20 anos e tamanho normal e muito lindo, que fiquei corada de vergonha. O tal Pai perguntou onde ele viu o avião cair. Mostrou para o Pai e este disse, vai com ela, vai te mostrar onde os nossos estão. E então o piloto que se chama Trunks, -Sério e o Goku tem também?.. rs brinquei e ele não entendeu nada! Trunks, me leva a uma sala onde diz que tenho que vestir uma roupa para poder viajar na aeronave e me dá um macacão de um tecido que não conheço, ele se despe e me diz o que estou esperando, Eu, -nada! Mas observando ele nu entrando no pequeno macacão e entendendo o seu nome, que tronco ele tem. Eu me dispo e observo se ele me olha.. E nada, nem prestou atenção e olha que eu fiz coisas para chamar a atenção, tipo, tropecei no macacão e cai, ele diz que vai ser um dia difícil e ri apenas. Me visto, o que parecia pequeno, o macacão caiu muito bem, me esculpindo o corpo exatamente, parecia uma roupa de mergulhador, mas muito confortável. Trunks me coloca um capacete e me põe na nave e vem em seguida, todos os outros saem da área e uma porta se abre, mostrando uma escuridão cheio de estrelas e zum, já estávamos na atmosfera Terrestre, a nave parecia que ia pegar fogo, mas logo dominada e ele foi até os destroços de meu avião, acabei podendo mostrar a Trunks a marcação que fiz e para ele seguir a direção até achar mais seis destas, e fiz uma pergunta, quando estavam me observando, porque se assustaram, quando joguei uma lata no chão? Trunks responde, que achou que eu estaria com uma arma que era deles e foi furtada pelos tais militares junto com as pessoas, é uma arma muito poderosa. Disse, desculpe! Talvez as coisas teriam sido diferentes se não jogasse a lata. Mas ele diz que não faria diferença, pois não teriam me levado, nem mesmo para ajudar.

Ai deduzo, então vocês deixaram acontecer essas coisas comigo e agora me usam para encontrar seus amigos?

Trunks, meio frio diz, mais ou menos isso. Agora você sabe onde estão e nós não.

Eu. Eles me condenaram a morte, poderia estar morta e não iriam fazer nada?  Afinal não sabem onde estavam a base, nem com essa tecnologia toda…

Trunks. Não, vamos ter que entrar lá e de lá enviar um sinal para que possam teletransportar todos, mas tem que ser o local exato, um de nós descerá e deixará este objeto, me mostrando algo parecido com uma granada alemã e é só apertar o botão e deixar lá na sala com eles e sair. Disse, eu vou, já conheço, mas antes precisa achar o local, já encontramos cinco marcas que fiz, então a sexta é o local da base, logo a encontramos, mas nada da base, lhe disse que ela está enterrada, tem um mecanismo que sobe e desce a base toda, mas acho que só faz isso a noite, Então aguardaremos, e levou a nave para um local seguro e lá ligou algo que disse que ninguém veria a nave, camuflada, invisível.  Tentei conversar com ele, mas parecia que Trunks não estava aqui, apenas observava lá fora e depois colocou algo como um fone, lhe cutuquei e disse que precisava fazer necessidades, Trunks caiu na gargalhada e disse que posso fazer no uniforme mesmo, que qualquer coisa seria absorvido. Ai que nojo, será que lavaram essa coisa antes de me entregarem.. Ainda assim, disse que não conseguia, teria que fazer do modo dos humanos, mas assim, você será pega, desse jeito, vocês só morrem sendo atacados enquanto fazem essas coisas, nosso jeito é seguro e limpo, conclui ele.

Eu desisto da ideia, afinal era só um pretexto para sair da nave, retiramos o capacete e ai conseguimos conversar algo, sobre de que planeta eles são e que fazem aqui na Terra?

Trunks, diz serem do Planeta Green Blue, da Galáxia Work Dreams, Mas vocês ainda não descobriram a nossa galáxia, que está a mais de um cinco bilhões de anos luz de distância deste planeta. Nossa, mas vocês são perfeitos a nossa semelhança. Ele diz, que não, é não, só nessa fase em que ele se encontra, pois ainda tem muito a crescer como o Pai e os outros que foram sequestrados, e ainda vivemos por muito mais anos que vocês.

Eu, então o planeta de vocês é bem populoso ou tem guerras igual aqui.

Não temos guerra entre os povos de Green e da Blue, daí o nome do planeta, mas temos planetas vizinhos de pouca distância, que querem se apoderar de nosso planeta e a nossa guerra é com eles somente, infelizmente.

Eu, Mas o que vocês vieram fazer aqui, o que lhes chamou a atenção para vir?

Estamos nesta região a mais de cem milhões de anos, mas recebemos diariamente diversas comunicações, e por meio deles, que se fazem os estudos e todos os conhecimentos, vem direto do planeta, conhecemos tudo virtualmente, mas está lá e tudo bem. E acompanhamos boa parte da formação daqui, através do teletransporte, trouxemos alguns animais e diversas plantas, árvores para viverem, pois o planeta onde estavam seria engolido pelo sol e muitas espécies morreram antes de transportar todos.

Nossa, que bonito, então vocês criaram a pré histórica aqui. Parei de falar, encosto minha cabeça no ombro de Trunks e ele acaricia meus cabelos e eu levo meu rosto junto ao dele e não é que ele me deu um beijo e me posicionei melhor ficando de frente a ele e nos beijamos de novo, mais demorado e mais, digamos agressivo, e eu disse ao ouvido dele: Vocês transam? Trunks riu e disse, como acha que nascemos! E eu toco em seu membro e o sinto duro, retiro seu macacão e ele coopera e deita o banco da nave e retira o meu macacão e beija meus seios. Sem controle sobre nós, transamos por algumas horas até que ouvimos barulho lá fora, já estava de noite e provavelmente a base estava subindo, nos ajeitamos e eu disse que iria, pois sabia o caminho, ele me deu uma espécie de ponto eletrônico em meu ouvido, como era minúsculo, ninguém veria e então fui. Me esgueirando e quando uma porta se abriu, esperei eles saírem e entrei e me dei mal, bem no momento em que o General Frank estava saindo de uma sala e me viu, mas não me reconheceu e sacou a sua arma, levantei as mãos e disse, sou eu do outro dia, lembra do vestido rosa? O General me bronqueia me jogando em uma outra sala, e diz. O que estou fazendo aqui de novo, não aprende ou quer mais uma foda, me acariciando meu rosto e guardando a arma.

Disse, obrigada mas precisa parar com tudo isso agora, aquelas pessoas que estão ali naquele lugar, são pessoas boas, se não fossem eles já teriam destruído tudo aqui.

Frank. Não posso, está acima de meu comando, com eles poderemos finalmente criar uma vacina contra todas as doenças, acabar com a AIDS, o Câncer, aumentar a expectativa de vida das pessoas, amor a vida inteira. e me beija, volta a porta, abre olha e volta a fechar e trancar e vem me beijar novamente, tenta abrir meu uniforme, mas não acha como e ri, que diabos é isso, como entrou ai, que tecido é esse?

Nada falo, eu mesma retiro o uniforme e ele já louco arranca suas roupas e me beija loucamente, com uma de suas mão, toca em minha cabeça e vai forçando para baixo, enquanto vou descendo devagar, vou beijando seu peito, barriga e logo estou ajoelhada e com a outra mão ele ajeita o seu membro na direção de minha boca, faço o que ele quer e transamos até que sentimos o prédio descendo para se camuflar. Frank cansado, me visto, pego o objeto que devo jogar e vou de encontro a tal sala, encontro a grande porta de submarino, me esforço e abro, mas quando entro, não vejo mais nada, tudo limpo, sem nenhum vestígios e aviso o Trunks. Acabo voltando a sala onde estava o Frank, me deitei junto a ele, o acordo e faço perguntas para onde os levaram, dou um vinho que estava no armário e ele diz que está no compartimento mais abaixo. Pedi que me leve lá, é muito importante. Vou me dar mal Frank reclama e me pede para disfarçar, em outro armário me dá uniforme deles, me visto sobre o macacão e vou com ele, chegando lá, são vários contêineres, cada um contendo seres extraterrestres capturado e usados como cobaia em experimentos, falo baixinho com o Trunks, se já posso largar o objeto, mas ai teriam que entrar nos contêineres, para libertar também os outros, ele diz sim pode, já estava bom a marcação do local. Então deixei cair o objeto e o chutei para baixo de uma máquina e suspirei aliviada, quando Frank disse aquele pessoal que você viu antes, já não se encontra aqui (bom o Trunks também ouviu) e eu já soltei o marcador, então falei pro Frank sair o mais rápido possível de lá, saímos e disse pro Frank só observar, Várias pessoas se teleportaram para dentro do galpão e foram ajudando mesmo os de outras raças a saírem de lá, menos de um minuto, já estava tudo vazio e pedi para Frank dizer onde foi aquele pessoal.

Frank consultou um computador da logística e informou que saíram daqui dez caminhões, oito com carga falsa e somente dois com essa equipe, mas por se tratar de segredo, não informam, quais são os caminhões corretos, então teríamos que ir atrás de cada um e nem todos foram na mesma direção.

To Be Continue

Próximo episódio, em rascunho,  O Resgate!

*****

O Resgate

 

(Em construção…2016…)

 

To Be Continued

O deserto de Kyzyl Kum – áreas anômalas inexploradas: http://www.twoeggz.com/int/9687415.html

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Próximo episódio: (Talvez, ainda nem comecei esse)

 

Amor Bandido

Obra de conteúdo Adulto, Sensual, Erótico, Sexual
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Leiam quem quiser!
Proibido para menores de 18 anos!

Amor Bandido

“Minha loja foi assaltada em 24/09/2013 numa Segunda-Feira, por dois indivíduos os dois armados e já chegaram pedindo dinheiro e celular.
Mas neste dia as vendas estavam devagar e quase não tive clientes, por isso só me levaram uns R$ 350,00 e não acharam meu celular que eu havia dito não trazer para o trabalho! E na hora de irem embora o mais baixo que parecia menor e me encarava o tempo todo ao sair passou a mão em minha bunda, piscou e foram embora!
Como minha loja, não é registrada na prefeitura, nem dei queixa. Mas sei que dia seguinte minha loja vendeu muito, que compensou o que foi retirado pelos assaltantes.!!!
* * * * *
Quem soube que alguns meses atrás (24/09/2013), eu fui assaltada em minha loja e na hora de irem embora um passou a mão em minha bunda!* * * * *

Então ontem 28/11/2013 Quinta-feira, o mesmo cara que passou a mão na minha bunda, voltou a loja sozinho (as 10:35 +/-)! Eu o reconheci, mas ele veio educadamente e me pediu desculpas por ter me assaltado e me devolveu R$300,00 em dinheiro que diz foi o que levou. Não aceitei e disse que tava tudo resolvido, podia ir embora em paz! Mas ai, ele disse que eu o deixei excitado e por isso passou a mão em mim e tinha vontade de fazer de novo, mas sem a minha roupa! Eu disse vai embora, já lhe desculpei, nem fiz BO, pode ir. E ele então disse se podia se despedir me dando três beijos no rosto, acabei falando, tá bom e vai embora. Mas no segundo beijo no rosto ele vira e beija meus lábios, e eu surpresa demorei um pouco a cair a ficha e quando recomponho da surpresa me vejo correspondendo o beijo com minha língua na dele e já toda perdida. Pedi um tempo para fechar a loja…

Fechada a loja ele me segurou e me beijou de novo, dizendo estar muito excitado e colocando minha mão no local, que eu apertei o senti duro e então enfiei a mão na calça para conferir e ele já tirando minha blusa e sutiã e passava a língua em meus seios e já tirando minha saia e a calcinha com minha ajuda e então chupou minha boceta, eu em pé ajeitei levantando uma perna em uma cadeira para curtir sua chupada, tava já quase gozando quando ele levanta e tira toda sua roupa e vejo o seu Pau Duro, achei lindo de bom tamanho e grossura depiladinho, o segurei, me ajoelhei e comecei a lambe-lo do saco até a cabecinha e em seguida chupei-o com gosto e o massageava seu saco, ele tremia, já anunciando que estava prestes a gozar e aumentei a velocidade e passava a língua em sua glande quando senti o jato quente imundando minha boca, engolia aos poucos enquanto continuava a chupa-lo até não sobrar uma só gotinha, então aproveitando o seu pau ainda duro ele me penetrou na posição Papai-Mamãe e me beijava sem se incomodar com o seu próprio gosto de porra.
Variamos outras tantas posições (De Quatro, frango assado, de Ladinho, em pé, Cavalgada de frente e de costase finalmente o que ele queria, dei meu cu aproveitando a Cavalgada sentei minha bunda e ele lambendo meus seios enquanto rebolo gostoso no pau que está me fazendo feliz e depois sem tirar, me viro e fico de costas para ele ver que realmente seu pau está no meu cuzinho, esta visão fez seu pau pulsar mais forte, como se ele não acreditasse que estava ali dentro de mim e logo foi assim que ele gozou novamente agora inundando meu cu com sua porra quente e de grande quantidade! Eu gozei junto com ele, ficamos deitados um tempinho. Nos vestimos, abri a loja e ele foi embora, acho que um dia volta de novo, e eu espero que sim!! Ah ele tem só 16 anos e é lindo e um grande amante, ainda me disse que as armas do assalto eram de brinquedo!!! Quando crescer, vai dar trabalho!!!
* * * * *
E dia 07/12/2013 Sábado,aproximadamente as 20:20 +/-, minha mãe me chamou avisando que havia alguém na rua, ao sair para ver quem é, que surpresa; Era o Danilo e eu nem havia dito onde eu morava, quando questionado de como sabia onde morava, ele disse apenas, que tem seus meios de saber! (Bom, também uma cidade tão pequena é bem possível acertar mesmo!). Ficamos então conversando na calçada, papo normal de amigos, até que ele segurou a minha mão, me olhou bem fundo em meus olhos e então me beijou e eu o correspondi sem hesitar e após o beijo, entrei em casa peguei escondido de minha mãe umas toalhas e Sai. E o levei até uma casa próxima, em construção e entramos, lá nos beijamos de novo e com mais volúpia a ponto de irmos retirando as roupas um do outro e já nus estendi umas toalhas no piso e me ajoelhei nela e Danilo ainda em pé eu comecei a beijar o seu membro e passar a língua por toda a extensão, encostar meu rosto no seu belo pau duro e então o chupei gulosamente, sempre passando minha língua na sua glande, causando grandes gemidos… hum! Ele diz para que vai gozar e eu olho para ele e sem tirar de minha boca, aumento a velocidade e aperto mais seus pau com meus lábios, ele soube que era para gozar em minha boca e assim relaxou e gozou, dando três golfadas boas em minha boca, engoli sem nojo, muito pelo contrário amei toda sua porra, engoli e limpei seu pau com a língua, mas deixando seu pau bem molhado e ainda duro para me foder, mas ai ele me ajeito me deitando e em seguida deitou em cima de mim iniciando um gostoso 69, alguns minutos depois, mesmo que eu não tenha gozado, montei sobre o pau e fiz loucuras rebolando sobre ele, eu já gozando na sua rola então ele me ajeita de quatro e me penetra a boceta num vai-vem bem forte segurando em minha cintura e bolinando meus seios e xota na hora, eu gemia e gemia nem me preocupei se alguém ouvir, até que ele é que começou a gemer e então senti gozando dentro de minha boceta sua porra, deitamos lado a lado e conversamos sobre tudo e marcamos de se ver outras vezes.
Ao voltar para casa, minha mãe bronqueou comigo porque eu tava saindo com um menor se a cidade tinha tantos Homens que gostavam de mim e eu nem ai pra eles, e que eu devia tomar juízo porque quem passava pela rua ouviria meus gemidos e que ela ouviu porque foi na casa do cunhado buscar algo, (mas até então ela não sabia quem era, só soube porque a curiosa ficou vigiando quem sairia da casa, e bravejou ao ver sua filha (eu) com um moleque). Detalhe, eu tenho 29 anos (22/01/1984)
* * * * *
E no dia 18/12/2013 Quarta feira, Já havia combinado com o Danilo de ver ele em minha loja, cheguei as 06 horas da manhã e ele já estava me esperando, geralmente abro a loja as 8 horas da manhã.
Entramos e fechamos a loja, Já se agarrando todo ele arrancando minha blusa e chupando meus seios e em seguida chupando minha buceta, eu em pé com as pernas apoiada na cadeira para melhor servi-lo ele ainda veio por trás e lambeu o meu cu, me deixando com mais tesão ainda! Ele me fez apoiar meu corpo na cadeira me deixando de quatro e veio por trás e batia o pau na minha bunda e só cutucava meu cu sem forçar entrada, mas eu já pedia para ele meter logo no meu cu e ele só provocava forçava, mas parava ai, isso é uma tortura então ele veio de frente ao meu rosto e mandou chupar e deixar bem lubrificado se quisesse tomar no cu, chupei seu pau e babava para deixa-lo bem lubrificado seu pau pulsava gostoso na minha boca até que eu disse: -Mete logo no meu cu to precisando disso, vai gatinho e peguei minha saliva que estava bem grudenta e passei em meu cu.
Ele atendendo meus suplícios foi por trás e empurrou seu pau para dentro de meu cuzinho, eu gritei, mas não deixei ele tirar e forcei meu rabo para trás fazendo entrar mais até sentir seu quadril junto a minha bunda, seu saco batendo em minha xota e então Danilo metendo gostoso, também metia os dedinhos na minha xaninha, gozei, e conforme seu ritmo aumentava meu prazer também aumentava chegando ao ponto de me dar orgasmo com seu pau em meu cu, até sentir ele também gozando dentro de minha bunda!
Descansamos um pouco e na hora que eu comecei um oral nele, ele me disse, se eu queria namorar com ele… Hum, eu nem pensei e disse que sim e então eu me levantei e o beijei confirmando minha aceitação ao pedido dele. Bom vamos ver no que vai dar, ele parece ser uma pessoa batalhadora, mudou seu estilo de vida e quer uma vida mais séria e não sou eu que vou decepciona-lo, eu já estava apaixonada por ele e agora posso dizer a ele EU TE AMO, sem pensar em consequências, se minha mãe não gosta dele, o que importa é que eu quero tentar ser feliz e deixa-lo feliz também!!!
Agradeço a todos que teve paciência para esta grande leitura.”

Este conto foi enviado para mim (Márcia Graças Monteiro), na época para postar no blog dela (Camila), mas atualmente ela não tem mais o blog. Sei que ainda hoje (29/12/2016) estão casados e bem casados com um filho lindo, um casal realmente abençoado.

Lindo não é! Beijos Comentem, votem, por favor!

Outras histórias: https://www.wattpad.com/story/94108704-biblioteca-de-marcia

Abduzida – Raptada por Extraterrestres

Raptada por Extraterrestres

Bom divertimento…

Era um final de tarde de um sábado, começou um imenso temporal que escureceu o céu, trazendo a noite mais cedo, embora seja 17:15 do mês de Setembro, já parecia ser meia noite e de intensa chuva, cheio de raios, relâmpagos e trovões seguidamente. Eu sozinha em casa, morrendo de medo de enchentes, mesmo ciente de que lá não havia esse risco por ser ladeira ( kkkk. Fica sozinha nessa ocasião para ver o que você pensa. Kkk ). Bom, sem nada mais para fazer, vou dormir e pouco depois que me deito, as luzes se apagam, eu ia dormir de luz acesa, mas a escuridão tomou conta não só em casa, como a rua, o bairro todo ou a cidade inteira ficou sem luz. Já estava deitada, assim fiquei, mas me “cagando” de medo, não acendi a luz de meu celular para economizar bateria e queria dormir mesmo, quando de repente, deu um lampejo que clareou meu quarto pelas frestas da janela uma luz ofuscante e o maior barulho de trovão que já ouvi, mas terminado o trovão, minha casa ainda estava com o clarão do relâmpago ainda me ofuscando a visão, quando sinto alguém se aproximando e do clarão se abriu um círculo e então vejo um homem loiro bem alto, alto demais que o normal, deveria ter dois metros e cinquenta ou mesmo três metros de altura, saindo do círculo e estava muito bem trajado com uma roupa azul, que transmite um ar de felicidade, quando o vi, não senti medo, apesar de surpresa, esticou a sua mão e estiquei a minha e fui levada com ele pelo círculo, vi a luz se apagar, estava tudo escuro agora e quando voltou a luz eu estava deitada, amarrada e nua em uma espécie de maca, nada confortável feita de metal e fui posta ali a pouco tempo, pois o metal ainda estava gelado, não via ninguém por perto eu gritava e nem eu mesmo ouvia meus gritos o que me deu mais pavor ainda e gritei mais alto que pude e ainda assim, não me ouvi, sei que não estava muda, pois sentia o ar saindo de meus pulmões na hora do grito, mas como não ouvia a mim mesma, não parecia que eu estivesse surda, pois ouvia uma música que parecia vir de muito longe e era esta aqui:
Música dramática e de suspense (Requiem For A Dream – Versão alternativa) 

captura-de-tela-2018-06-14-21-41-31E vejo então a parede se abrir e entrar uma criatura de pele acinzentada de corpo magro e cabeça grande com olhos negros e grandes sem pálpebras, com as mãos de três dedos e um polegar carregando um tambor em uma das mãos, também estava com trajes bem elegante, mas este era branco e só poderia ser algum doutor, pois estava com máscara que cobria sua boca e nariz, chegou perto de mim, nada falou ou sussurrou e tirando algo do tambor e despejou um grude, um tipo de gel, que foi espalhando pelo meu corpo todo na parte da frente, e o safado demorou bastante quando chegou nos meus seios e mais ainda passando pela minha “pepeca” e depois saiu me deixando com o gel no corpo.

Depois de alguns minutos ou hora, veio uma outra criatura, esta claramente era feminina, mas assustadora, de pele esverdeada, cheio de escamas me parece, suas mãos parecidas com a nossa, só que com garras no lugar de unhas, seu uniforme era de cor rosado, mas bem clarinho, não falou nada, nem sei se falava, mas também eu não disse nada, e ela rasgou uma ponta do gel que me cobria e puxou, o gel sai inteiro com o formato de meu rosto e corpo todo e ai o primeiro de antes, entrou na sala e junto com ela me viraram, me prenderam agora de bruços e novamente me besuntaram com o gel da cabeça aos pés e saíram, ela voltou talvez o mesmo tempo de antes e da mesma maneira, retirou o gel inteiro no formato de meu corpo e então o cinzento e ela me recolocam na maca de frente, me prendem e entra uma outra criatura de uniforme verde, com a aparência de nós humanos, só que mais alto, tanto quanto o primeiro e carregava uma maleta, os dois anteriores saíram da sala, mas o cumprimentaram com alguma saudação, fiquei só com essa criatura, que transmitia uma boa sensação e logo ele abriu a maleta e retirou algo como uma espécie de seringa de tubo muito grande e depois acoplou uma agulha com o dobro do tamanho da seringa e grossa, de furo grande e introduziu na minha vagina, entrou tudo e foi puxando a ponta da manopla sugando algo dentro de mim, não vi sangue, mas algo amarelado foi sugado, retirou a seringa, guardou na maleta e foi embora.

A seguir a sala foi invadida por uma fumaça, não me sufocava, mas me fez perder os sentidos, desmaiei ou dormi, não sei quanto tempo, quando acordei já estava em outra sala e em uma cama normal como as nossas, mas grande, deveria ter uns quatro metros, uma cama redonda e enorme, me sentia uma formiguinha no meio dela, ao fundo ouvia outro som:
(Best Dramatic music ever!!)
captura-de-tela-2018-06-14-21-42-131

No tal quarto onde estava, não via como era, se um quadrado, um círculo, não conseguia ver as paredes, era tudo muito branco, se estivesse frio, diria que estava no meio da Antártida numa cama enorme. Nem o som que ouvia que era muito baixo, não distinguia de onde vem, me levanto, me cubro com alguns lençóis e fiquei com medo de descer da cama, já que o piso era da mesma cor que as paredes e teto tudo branco, tentei tocar o solo com os pés, mas a cama era alta, dai o meu medo, sei lá o que se passou em minha cabeça, mas fiquei sentada na beira da cama, não tinha nada para admirar, só o branco de todos os lados.

ufo-quartobranco2016

Eu tentei mais uma vez sair da cama, joguei um lençol ao chão e ai pude ver que o piso não estava assim tão longe e pulei, andei alguns metros e minha mão tocou na parede e fui andando e vendo o formato do quarto e como não bati em mais nada, supus que fosse um quarto circular ( óbvio isso não? ), mas isso não me ajudou em nada, pois não encontrei a porta para poder sair. Tempo depois,  vejo bem acima uma porta se abrir e de lá surgiu um homem de cabelos pretos, cor negra de uniforme azul, mas de outra tonalidade, mais claro e com tons de verde nas laterais e ele estava em pé no teto o que já me confundiu, quem estaria no teto eu ou ele? E ele com um salto, então cai perto de mim em pé e sua altura também era demasiadamente alta, uns três metros de altura com certeza, mas com um corpo bem sarado pelo seu biotipo, nada falou, mas escutei alguém me dizendo olá, me virei e girei e não vi ninguém e então escuto uma risada, mas… ele não está rindo! Então novamente ouço palavras de saudação e me perguntando, se estou bem. Mas ele não abriu a boca, e não havia mais ninguém conosco, a porta do teto havia se fechado, foi ai que ele tocou em mim, me segurou olhando a ele e então ouvi uma explicação:

-Não estou falando vocalmente, falo com você, mentalmente, apenas penso e você me ouve, agora você pode falar ou se quiser me permita ouvir seus pensamentos!

Nossa achei muito estranho, mas poder ouvir a pessoa sem falar nada é demais, decidi tentar, disse sim, pode ouvir meus pensamentos, talvez eu até fale melhor do que com a boca. Ele disse como quiser, estarei a disposição.

Fiz pergunta: Quem são? Onde estou? O que fizeram comigo? O que vão fazer com o molde que tiraram de mim? O que coletaram de mim? Como fez para ficar no teto em pé? Posso voltar para casa?

Ele riu, disse que penso demais, melhor falar! kkkkk riu de novo.. Disse que todos pertencem a Confederação Intergaláctica de “Sananda” sendo comandado por “Ashtar Sheran”, que significa “o Sol que mais brilha” E que suas missões são variadas, cada grupo faz alguma coisa, que nem todos  ficam sabendo, diante de muitas missões não dá para misturar os casos, apenas o comandante geral sabe a missão de cada um. Depois ele pega uma espécie de celular, que projeta no ar uma tela e vejo o departamento onde levaram o meu molde e vi incrivelmente “eu” ali andando e ajudando em alguma tarefa, ele deu um zoom, era perfeitamente “eu” de uniforme, mas claramente minha imagem ali andando, olhando por um microscópio, trabalhando para eles. Perguntei como fizeram isso? Respondeu; Com clone, pegaram alguns de meus óvulos e parte sanguínea e plaquetas, de onde extraíram o seu RNA e DNA e fizeram o tal clone, diz ele que o clone sabe tudo o que sei, pois enquanto eu dormia, foi feita uma ressonância em meu cérebro, que transmitiu meus conhecimentos ao clone, eu poderia ficar aqui e o clone ir para a Terra, que ninguém notaria a diferença. Fiquei abismada e com medo de que isso realmente ocorra, mas fui tranquilizado por ele, que só o clone ficaria por aqui. E eu quis conhecê la de perto, falar com ela (eu) rs, mas foi me negado, disse ser proibido esses encontros, não causaria mal algum, mas só o comandante poderia autorizar tal encontro.. Que pena, pensei. E porque precisaram fazer o clone, porque não me colocaram ali para fazer o que ela estaria fazendo agora?

ufo-ets-abduzida2016

Dois motivos: Um para não te tirar de sua vida e seu planeta natal e porque você não está totalmente descontaminada da Terra, existem em vocês terráqueos, muitas bactérias que podem matar a todos aqui, só quem tem os anticorpos apropriados podem ter contato com você.

E você tem esse anticorpo? Te protege, se sente seguro perto de mim?

-Sim, tenho os anticorpos, você não é a primeira terráquea a vir aqui, os trazemos para cobrir determinadas espécies que acabam falecendo, que estão conosco a muitos e muitos anos, quem seu clone substituiu tinha mais de 800 anos de idade, eu mesmo tenho 300 anos, sou considerado muito jovem ainda, seu clone tem aqui uma expectativa de vida de 700 anos, não podemos substituir o que faleceu pela da sua própria espécie, pois estamos a mais de um milhão de anos luz do planeta que ele veio e então recrutamos da Terra, já que estamos por aqui a mais de 12.500 anos, damos uma volta pelos universos e voltamos, mas sempre fica uma equipe monitorando a Terra. Se possível, sem interferir com o que ocorre por lá, mas a protegendo de uma invasão dos Draconianos, que querem dominar a Terra, saquear suas riquezas naturais, escravizar os humanos e resumindo, no final a Terra não seria nada, perderia até sua atmosfera matando todos os seres vivos, os oceanos e rios evaporariam instantaneamente, pois a Terra perderia sua gravidade e muitas espécies seriam sugadas para o espaço, morrendo. A Terra viraria um deserto e nunca mais haveria volta de vida na Terra, por causa desses Draconianos. Por isso estamos aqui, nossa batalha é constante e ninguém vê, ninguém sabe, não precisamos nos mostrar e dizer que somos seus salvadores, não há necessidade disso.

Poxa, que lindo o que fazem, mas porque eu fui escolhida diante de milhares na Terra?

-Foi escolhida, pois sempre nos chamou, suas orações são ouvidas, nunca desista de fazê la, agora logo estará de volta ao seu lar em segurança e precisando de algo, mas algo útil, basta fazer suas orações, seu clone aqui dará mais ênfase aos seus pedidos, junto com os outros que já nos visitaram. Disse isso,  pediu licença e saiu.

Bom, como não tinha para onde ir, voltei para o quarto branco e a cama grande e fiquei pensando em tamanha aventura que era esta, me senti importante, eles precisando de minha pessoa (do clone, mas é minha imagem e sabedoria… rs) Então o quarto se encheu de névoa que me fez dormir e quando acordei estava em minha casa na cama, com o mesmo pijama que usava, quando me levaram e olhei o relógio eram três horas da manhã, foram então dez horas com os extraterrestres, que acabei é sentindo saudades, embora não tenha conhecido muito da nave e todos os tripulantes e saber sobre suas vidas, até queria saber de meu clone, pena que não tenho nenhum contato psíquico com ela para saber qualquer coisa, sei lá adoraria ajudar, mas de maneira mais pessoal. Fiquei na saudades e na dúvida, se eu realmente fui até lá, ou se era somente mais um sonho!

ufo-luznoturnacasa

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(Escrito, editado e revisado por Márcia G. Monteiro)
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Interracial – Pai de minha amiga

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Bom divertimento…

Minha melhor amiga que também é Bisexual, me convida para ir a sua casa. Sim, claro que aceitei, afinal ela já veio em minha casa diversas vezes e eu nunca havia retribuído a visita, então chegando lá, uma casa que por fora já conhecia, mas por dentro, que linda e muitos cômodos, ela foi me apresentando cada lugarzinho, até que chegando a sala, estavam os pais dela e o irmão jogando cartas e logo fui bem recebida por todos eles, até então nada de mais e fui convidada a jogar com eles e eu avisei que não sabia jogar cartas, me ensinaram o básico e então joguei com eles e claro perdi todas. kkk

Passei a frequentar mais a casa dela alguns finais de semana, eu ainda nem namorava e uma certa semana voltei a casa dela, e nesse dia só o pai estava lá, fui recebido com um abraço bem apertado na qual deu para ele sentir meus seios em seu corpo e eu o seu pau que já parecia estar duro em minha coxa, já que ele me levantou para o abraço e suas mãos percorriam minhas costas demoradamente e me pós no chão, mas não disfarcei o tesão que eu fiquei, olhando bem diretamente para o pau dele e ele colocou a mão ajeitando e dai disse que ela iria demorar, terminando a frase, ele me presa na parede e me dá um beijo eu retribuo e o abraço e depois sigo ele até o quarto da filha dele, lá já tira minhas roupas o que eu facilito, se afasta e me admira tirando as próprias roupas, mostrando seu pau negro, imenso já totalmente duro. Suspirei ao vê ló (não é o primeiro negro que vejo nu, mas o tamanho sim) aproximei dele e segurei seu membro, minha mão não fechava, ficava entreaberta e comecei a masturba ló, me ajoelhei e o lambi desde o saco até a cabeçona roxa dele, suas veias saltantes deixavam seu pau muito mais lindo e excitante, tentei abocanhar, mas minha boca só coube metade da cabeçona deste pau descomunal, como a mãe de minha amiga aguenta isso, pensei! Engoli o que dava e passava a língua na grande glande desse deus do sexo, estava muito excitada e curiosa para saber se eu aguentaria essa rola grossa desse jeito

Depois de deixar bem molhado a tora, ele veio por cima e tentou me penetrar na posição papai-mamãe, mesmo eu estando molhadinha teve dificuldade para entrar, teve que besuntar com KY e entrou meio que arrombando minha xaninha mas acabou se encaixa...

Depois de deixar bem molhado a tora, ele veio por cima e tentou me penetrar na posição papai-mamãe, mesmo eu estando molhadinha teve dificuldade para entrar, teve que besuntar com KY e entrou meio que arrombando minha xaninha mas acabou se encaixando  e os seus movimentos ainda lentos, me causavam sensações muito gostosas, minha xota já aceitava seu cacetão e seus movimentos já eram mais rápidos e vigorosos me fazendo gemer e perder o controle de meu ritmo na rebolada, logo ele me põe de quatro e mete na bocetinha, segura minha cintura e manda ver com tudo, sinto tocar em meu útero o que me causou um pouco de dor e desconforto, mas não pedi para parar, mas chorei e gozei ao mesmo tempo, quando ele me viu chorando, se desculpou, mas o confortei dizendo que eu que quis deixar. E não deixei acabar por ai, me ajeitei para ele me fazer de frango assado e meteu gostoso bombando muito, estava lindo ver seu pau entrando e saindo de minha bocetinha, quando ele então gozou e segurou seu varão dentro e eu sentia sua porra me enchendo toda, só tirou quando seu pau murchou e saiu sozinho derramando a porra que ficou em excesso, nos beijamos e seu beijo é tão gostoso, forte e carinhoso ao mesmo tempo, dai desceu e se concentrou nos meus seios chupado ora um ora outro e seu pau já dando sinal de vida e fui ajudar chupando o novamente, seu pau pesado repousava em meu rosto e praticamente quase do tamanho de minha cabeça, lambia apoiado no meu rosto e seu saco estava se mexendo conforme a pulsação do pau o toquei e massageei os testículos esfreguei meu rosto neles e voltei a lamber todo o belo caralho, abri a minha boca ao máximo para que a glande entre toda na minha boca desta vez, mas é desconfortável embora o prazer de ter aquele espécie na minha boca já me dava prazer, eu o masturbei sem tirar da boca, com as duas mãos ia cada vez mais rápido na punheta enquanto lambia sua cabeçorra, e então ele assumiu o controle da punheta indo a seu gosto e sem tirar de minha boca gozou e até babei esperma que não consegui engolir, mas lambi todo o resto de seu pau. Fomos tomar um bom banho e lá recomeçamos a excitar um ao outro, se bem que eu já me excitava só de ver seu pau subindo, ficando duro outra vez, Em pé abri minhas pernas, ele veio por trás e apertando meus seios, encaixou na bocetinha que se recusava a deixar ele entrar, acho que era pela água que lavava a lubrificação e então voltamos para o quatro e lá enxugados e em pé repetimos a tentativa, com ajuda do ky, entro com dificuldade, mas entrou e cada bombada que dava, me levantava do chão e quase batia a cabeça na parede, mas continuamos assim e ele me apertava os seios e eu esfregava meu rosto ao dele sentindo seu suor, seu cheiro, ouvindo seus gemidos e palavras que me excitavam mais, então me jogou na cama me deixando de quatro, mas com o corpo apoiado nela, lambei minha xota, meu cu e passou muito lubrificante por todo o pau e em meu cuzinho e foi aos poucos forçando com seu grosso pau, como não cedia, enfiou dois dedos e fez movimentos de vai e vem, só isso já estava quase me fazendo gozar, quando ele tira os dedos e põe a cabeçona que entrou no cuzinho dilatado pelos dedos e dai o resto foi questão de jeito e tempo, aos poucos ele ia empurrando e meu cuzinho aceitando a entrada de seu pau, algum momento doía, outro me dava mais tesão de ter logo esse pau todo enterrado na minha bunda e logo meu pedido foi aceito, senti todo, tudo dentro, seu saco já estava encostado nas nádegas, eu comecei a rebolar enquanto eu dizia que estava amando ele estar ai dentro, sem tirar de dentro ajeitei meu corpo mais para fora da cama e ele acompanhou indo para trás, pois assim eu rebolava melhor e o fiz, mexi pros lados, pra cima, pra baixo, rodopiava a bunda e seu pau sem ele se movimentar entrava e saia na rebolada, fiquei assim talvez uns dez minutos, quando ele puxou meus cabelos e com outra mão segura em minha cintura e freneticamente faz vai e vem na minha bundinha, eu gemia e mão pedia para parar, colocava a mão para sentir o estrago que fazia e sentia minha xota babar de tezão, que eu pegava a lubrificação e passava pelo meu corpo e comecei a dedilhar meu clitóris, ajudando a causar um intenso orgasmo anal, quando acabei pedindo para parar, o que não fui atendido e ele ainda socava mais e profundamente o belo caralhão no meu cu me fazendo gozar mais e mais, ai ele segura o meu corpo e se ajeita me levantando e  se deitando na cama, sem sair de dentro, então assim agora o cavalgo de costas a ele, passo a rebolar mais e a quicar forte no mastro e ele geme, já se contorcendo pois o gozo vem, e sinto a porra quente e o espasmo de seu pau forçando sair mais porra, continuei a rebolar toda enterrada para não escapar porra nenhuma, cansada, me virei sem tirar de dentro já que ainda estava duro, e então deitei sobre o corpo dele, lhe beijando e agradecendo pela transa gostosa. Sempre que ele quer transar me chama quando estará sozinho em casa ou vou no seu serviço, já que trabalha a noite e que lá até fica melhor para nossos encontros.

Espero que tenham gostado, por favor comentem e votem! Beijos

Marcinha e a Márcia, motorista Uber

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e com textos bem Obscenos e Pornográficos!

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Proibido para menores de 18 anos!

Bom divertimento…

Estava na casa de uma amiga no bairro Alto da Lapa, acabei ficando até muito tarde e queria voltar logo para casa, então pensei em pegar um Táxi, mas depois de 15 minutos ali e não vem Nenhum, resolvo baixar o app da Uber e solicitar o serviço, feito o cadastro e nesse meio tempo, nenhum táxi passou naquela rua deserta, e logo, menos de cinco minutos, eis quem chegou o carro preto da Uber, dirigido pela também Márcia, o App fornece o nome do motorista. Ao chegar próximo ao veículo, desce da porta do motorista uma mulher muito bonita, que abre a porta de trás para que eu entre, me cumprimenta e dá um lindo sorriso, já sabia onde eu iria então não me perguntou nada, apenas confirmou. Seguíamos quase  sem falar nada, pois eu fuçava no celular até que fiquei sem bateria e ela percebeu que o guardei  e puxou conversa, começando por dizer o que eu fazia naquela rua deserta a essa hora (23:30).

Respondi que visitava uma amiga que havia tido alta do hospital, devido a um AVC sofrido, mas que felizmente, não deixou nenhuma sequela pelo rápido atendimento que teve. E assim quebramos o gelo e falamos de doenças, política, futebol (é palmeirense também), de homens…

E ai ela me disse que sou muito bonita, que devia ter muitos homens me querendo.

Confirmei que sim, existem muitos mesmo, mas só alguns poucos conseguem alguma coisa.

E ai ela foi bem sacana me perguntando se eu fazia oral nos homens.

Rimos bastante e disse que sim, mas que eu era fresca com alguns detalhes.

E ela quis saber que detalhes eram esses.

Falei que não curtia pentelhos, não gostava de pelos pubianos.

Rimos novamente e ai ela pergunta, mas e você é peluda o se depila para eles? kkkk novamente.

Sim eu me depilo, no máximo, posso deixar bem aparadinha ou com desenhos.

Ela fez Huuum… e agora como está?

Raspadinha, lisinha, lhe respondi.

Quando então diz, adoro chupar lisinhas!

E eu ainda a corrigi, quer dizer: Lisinhos né, paus lisos, sem pelos!

Não! Quis mesmo dizer lisinhas, xaninhas lisinhas, mulheres gostosas e bonitas, tal como você!

Ui… Me deu um frio na espinha, pois não esperava essa, mas me deixou excitada e com interesse e talvez por isso acabei falando:

Adoro também, mas ultimamente está difícil encontrar alguém que tenha tempo ou eu ter esse tempo.

Ela então por sua vez; E agora você tem tempo?

Como assim, respondi.

Tem tempo agora, você é linda, sabe o que quer da vida, se tiver esse tempo, podemos ir ali, apontando um Motel…

Me perdi por um momento,mas estava demais excitada, respondi, sim podemos ir…

Ao entrar no quarto do Motel, Márcia me puxa e me dá um beijo, na qual retribuo e a abraço já com fervor, Nos jogamos sobre a cama e nos acariciávamos e nos esfregávamos uma na outra, ainda de roupas, mas no fervor do tesão,uma arrancou as roupas da outra e eu a despi por último, ao retirar sua calcinha, levei minha boca para a sua xoxota, já bem meladinha e a lambi e chupei enfiando minha língua na vagina a fazendo gemer e sussurrar palavras sem sentidos para mim e outros palavrões, bom, nem dei atenção,estava muito ocupada cuidando do grelinho suculento de Márcia enquanto apertava os seus seios, a virei e abri bem suas pernas e passei a lamber e enfiar a língua no seu cuzinho dedilhando sua boceta e introduzindo outro na bunda linda dessa gata. Ela gozou lambuzando meus dedos e o lençol da cama. Depois de respirar uns minutos ela vem me beijar e sente o sabor de seu gozo em minha boca, depois desce até meus seios,que lambe,chupa e mordisca,me deixando de bicos bem durinhos e mais molhada ainda, sua mão toca minha boceta, mas não introduz nenhum dedo, vem de cara e lambe tudo onde estava molhadinha,e dá uma geral em meu clitóris com sua língua esperta e experiente me encorajando a pedir mais força, mais profundo e logo gozar na boca da Márcia, Juntamos as pernas nos entrelaçamos e com xota com xota roçamos uma na outra, duas xotas depiladas, meladas de tesão e a sensação é muito boa desse esfrega esfrega,até que ela não se aguenta e diz para esperar um pouco e vai até sua bolsa e volta com um vibrador preto, disseque é a cópia do ator porno Kid Bengala, uahuu.. é grande, grosso e torto, Márcia levou o até minha boca e eu o chupei,só cabia mesmo a cabecinha, mais que isso não entrava por ser grosso e minha boca pequena, mas deixei ela tentar até onde eu conseguiria, menos da metade e só, deixei bem lambuzado de saliva pois então fui penetrada pelo pau que estava na mão de Márcia, não tinha cinta para por na cintura, mas tudo bem, ai el aligou o vibrador e a coisa toda vibrando dentro de mim e ela num vai e vem bem rápido,muita loucura essa vibração, ela parou e eu aproveitei e fiquei de 4, pedi para por na minha bunda, Márcia passa Ky para lubrificar, pôs dois dedos primeiro e foi se movimentando para me relaxar, Logo forçou o pau borracha,que foi entrando aos poucos, mas logo já estava com ele todo o que podia em meu cuzinho, são 26 cm de Kid Bengala todo meu … rs. Márcia então vai socando e tirando o belo pau e cada vez mais rápido enquanto outra mão toca uma siririca na minha boceta, me pede para segurar o pau dentro de mim, eu o faço e ela vem por baixo na posição de 69 e assim chupamos uma a outra, mas ela ainda comandava com uma das mão o pau do Kid em meu cu, que logo me faz atingir um grande orgasmo, esguichando um belo jato de prazer no rosto de Márcia. Não resistindo mais a penetração, me deitei para me recompor, beijei Márcia como se fossemos namoradas, meu coração batia feliz por ela.

Fui ao toalete, tomamos juntas um banho e a brincadeira recomeçou no chuveiro, Agora era a vez da Marcinha comer a Márcia, peguei o Kid Bengala de borracha, ela o chupou, engoliu mais que eu, acho que bem a metade onde a grossura é até maior, boca grande de sorriso grande, Em pé no chuveiro, abraçadas esfregando seios com seios, penetro o Kid na boceta de Márcia, que se contorce, ligo o vibra e ela geme mais, seu corpo parece tremer com o Kid, paramos e vamos para a cama, novamente na posição de 69 ela embaixo de pernas ligeiramente para o alto, a penetro e vou acelerando os movimentos enquanto recebo chupadas e lambidas, Márcia goza nos lambuzando e põe as pernas bem mais para o alto e debaixo de mim, ficando de bunda para cima (posição de frango assado, mas suas pernas estão seguras pelo meu corpo), enquanto meu corpo segura suas pernas e eu introduzo o Kid no cuzinho dela e vou socando até entrar tudo e o vibra sempre ligado, ela geme, diz que não aguenta mais, mas eu a mudo de posição, deixando a de 4 e penetro a novamente o cu e ela rebola feito funkeira indo até o chão… rs. Enfim, Márcia goza novamente, nos deitamos lado a lado, nos beijamos, dormimos e quando acordamos já era de manhã, fizemos um 69 sem o Kid, gozamos e fomos nos banhar, colocamos nossas roupas e Márcia ainda me levou até em casa, demos nossos contatos nos despedimos e entrei em casa e dormi o dia inteiro e já com saudades de Márcia minha xará.

Houve outros encontros com Márcia, mas quem sabe eu conte outro dia, caso eu conte estará aqui como o segundo capitulo! Beijos e obrigada pela leitura.

O passeio no Parque

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Proibido para menores de 18 anos!

Bom divertimento…

Estava em casa, num sábado, sem nada a fazer, ainda na época namorando, mas ele tinha compromisso profissional e ficaria três dias fora. Então lá pelas três horas da tarde, sai sem destino programado, peguei um ônibus com o objetivo de ir a algum shopping center, talvez o Aricanduva ou o Tatuapé, mas no meio do caminho o ônibus passou em frente ao Parque do Carmo e como o dia estava ensolarado, resolvi descer e passear pelo parque,  já que nunca havia estado por lá. Estava exatamente com este vestido da foto…

Fui andando e pensando sobre a vida, meu trabalho, namorado, saudades da minha mãe, da minha irmã de todos os amigos lá de Minas

Fui andando e pensando sobre a vida, meu trabalho, namorado, saudades da minha mãe, da minha irmã de todos os amigos lá de Minas. Até que sai da trilha e entrei na mata para ver uma flor, que achei bonita de longe, não sei o nome e fui mais adentro da mata e já não se via as pessoas passando pela trilha.

Então senti um puxão em meus cabelos e uma mão tapando minha boca e sendo empurrada de encontro a uma árvore, ouço uma voz falando rispidamente:

Cala a boca vadia, se gritar ou tentar fugir, te mato agora! E espetou meu braço com uma faca, não era uma faca de cozinha ou churrasco, era uma faca diferente, tipo uma espada, mas em tamanho menor e muito  afiada, que sangrou o meu braço, mas nada grave. Retornando ao ataque: Ele me prensava sobre uma árvore e logo disse:

Vou tirar a mão de sua boca, se gritar, te mato, entendeu?

Disse sim com a cabeça.

Ele soltou a mão de minha boca e foi levantando meu vestido, sem afrouxar o aperto na árvore.

Eu disse: Te entrego todo meu dinheiro, não me machuque!

Ele, não quero o seu dinheiro e foi puxando a lateral de minha calcinha, puxou uma, duas, três e quatro vezes com força e mais força, mas a calcinha, não se rompeu.

Então falei: Eu tiro, está me machucando.

Ele afrouxou o aperto e gritou: Tira! E nada de correr, se precisar uso a arma que tenho, vai vadia, tira, tô de pau duro, vou te foder e você vai querer mais, quer putinha?

Respondi somente com um sim enquanto tirava a calcinha e lhe entregava, na qual ele guardou no bolso e depois voltou a me prensar na árvore de costas a ele, que levantou meu vestido e já veio com o pau para fora da fenda do zíper e procurava a minha xota para penetrar e entrou e ele:

Sabia! Sua safada, tava molhadinha, escuta só o barulho do meu pau na tua boceta e fez movimentos bem forte das estocadas que dava. Eu abracei a árvore, a principio estava chorando e sim, estava excitada. Decidi tentar algo.

Disse que queria tirar o vestido para não sujar. Sugestão que foi prontamente aprovada.

Ele: Vai tira o vestido, quero te ver!

E tirei, como estava sem sutiã, já estava totalmente nua.

Ele arregalou os olhos, soltou: Meu pau está latejando, quer te foder, você quer meu pau?

Respondi, Quero,só não me machuque, que eu faço tudo o que quiser!

Tudo? Hum… Ajoelhe e me chupe, sem morder ou… (mostrando a faca encostou em meu pescoço).

Me ajoelhei, segurei e acariciei seu pau o que já o fez gemer, lambi o saco que não era exatamente de meu gosto, pois tinha muito pentelhos e chupei suas “bolas” uma por uma, mas ai ele segura a minha cabeça e a força contra seu pau na minha boca, que abro e ele loucamente move em vai e vem a minha cabeça ao seu membro duroe dizendo palavras de baixo calão.

Eu abracei ele pela bunda sobre a calça e o acariciava de suas coxas até sua bunda enquanto deixava apenas os lábios roçando seu cacete enquanto ele se diverte metendo em minha boca, me fazendo até engolir todo o que podia. Graças ao meu conhecimento, eu conseguia absorver tal ato, sem ânsias e sem engasgar. Ele adorou ver todo seu 21 Cm. em minha boca, quase com o saco também e me pergunta:

Você é profissional do sexo? É puta?

Com a cabeça fiz que não! Enquanto ele mantinha o pau que pulsava dentro de mim, no fundo de minha garganta. E eu só observando o que mais ele faria, mas ele também olhava em meus olhos e disse:

Quero ver quanto tempo aguenta assim e não morda! E assim ficou, eu apenas ia ajeitando a boca e minha língua que passava pelo que dava sobre o seu pênis, ele dizia mais e mais palavrões:

Sua vadia, chupadora… Vou mijar na sua boca, quer? (nunca gostei disso, mas para não deixá-lo bravo, balancei minha cabeça dando afirmativo e logo, sento o jato de mijo que me fez engasgar, tiro a boca para tossir, enquanto ele mijava em meu rosto e dizia para eu beber; Colocava a língua pra fora e ainda mijando, pôs a glande de volta em minha boca, acabei engolindo urina sem querer fazer isso e novamente engasguei e tossi.

Recuperada, disse: Deixa eu fazer de meu jeito! Do seu jeito, você só me humilha e não tem prazer nenhum, nem gozou ou não pode gozar?

Pra que disse isso? Ele se enfureceu, me deu um tapa na cara que deixou marca e doeu muito, pegou a faca,encostou no meu mamilo direito e diz:

Quer morrer vadia, tá pensando o quê? Mas vou aceitas sua sugestão e tirou a faca de meu seio, jogou a no chão e com as mãos livres passou a acariciar meus seios que estavam molhados pela sua urina e mesmo assim ele os chupou me chamando de gostosa, dai veio me beijar e eu o correspondi e dei a língua na boca dele enquanto minha mão punhetava seu caralho já duro novamente.

Separamos o rosto depois do beijo, nos olhamos e eu disse:

Eu quero, eu quero muito! E o beijei novamente, dai escorreguei para sei queixo, abri sua blusa e lambo seu peito, barriga, umbigo, já ia tirar a calça dele, que não deixou. Então passei a lamber todo o seu pau e o saco novamente, parecia estar até mais duro que antes e o abocanhei passando a língua pela cabecinha, fazia movimentos sobre sua glande,arrancando bons gemidos do cara e o masturbei com os lábios, sem deixar de passar a língua sobre “ele”.

Não demorou, ele segurou novamente minha cabeça,mas desta vez era pra me segurar e despejar sua porra que veio em abundância, parecia que estava um ano sem gozar; Engoli tudo, desta vez sem engasgar e quando terminou, ainda continuei chupando e passando a língua sobre sua glande o que o manteve ainda duro, meio mole, mas cheio e se motivando mais. Ele viu um toco de árvore serrada, jogou meu vestido por cima e pôs sentada ali, enquanto se ajoelhava e segurando minhas pernas para o alto, mete em minha bocetinha, entra e fica dentro por um tempo parado, só eu sentindo seu pulsar e ele minhas contrações já que sei pompoar. Me elogia ou xinga, lambe meus seios e começa o vai e vem já com força e agora era eu quem gemia e falava besteiras tipo:

Mete, tá gostoso,fode a sua puta, delicia de cacete… Depois pedi para parar que queria montar. E trocamos de lugar, ele sentou no toco e eu sentei no pau duro pulsante e passei a rebolar, subir, descer, ia para a direita, pra esquerda, frente, trás, dava um circulo com a cintura e aumentando o ritmo e sempre quando entrava tudo, eu dava um aperto  com a vagina, quando ele falou:

Caralho, meu dia de sorte te encontrar, puta que te pariu, vai ser gostosa lá em casa e uma mão apertava meu seio e a outra estava com o dedo em minha boca, que eu chupava como se fosse um pênis.

Nisso, chegou o meu gozo, molhei todo meu vestido com minha ejaculação, dei uma parada sem tirar fora, giro sobre ele e fico de costas ainda na cavalgada, começo a rebolar novamente e logo ele põe o dedo e meu cuzinho e tanto eu como ele gememos e sem parar de cutucar meu cu, movimentávamos freneticamente, até que senti ele por dois dedos em meu traseiro. Bom entendi o recado, me levantei e sem ele mudar de posição, sentei cavalgando novamente, mas desta vez encaixei em minha bunda e passo a rebolar e apertando o membro dentro de mim. Ele quase gritando:

Garota loca, que cu quente! Vagabunda de primeira,toma no cu, vai toma vadia, toma… E me empurrou, nos soltamos e levantamos, mas sem falar nada, fico de quatro e ele veio e meteu no meu cu, me agarrando pela cintura, meteu com força e acelerando as estocadas cada vez mais, pouco depois quase desfaleci tendo um orgasmo, deixei minha cabeça e corpo cair ao solo,  ó ficando minha bunda pro alto recebendo as penetrações.

Me recuperando dos espasmos do orgasmo, seu pau ainda me dava prazer, estava amando a foda em meu cu. Antes dele gozar, tive outro orgasmo e já não estava mais aguentando ele metendo, fui salva quando ele gozou juntando nossos quadril se esporrando na minha bunda.

Ficou dentro de mim e eu contraia meu esfíncter o apertando bastante, até sair sozinho murchinho, murchinho,ficou tudo o que ele tinha a me oferecer dentro de mim. Olhei para ele e ele me sorriu, me ajudou a me levantar e me vestir, mas não devolveu a minha calcinha e o vestido estava bem sujo e molhado. Já estava anoitecendo já estariam trancando o parque, ele guardou a faca em sua mochila e saímos juntos de mãos dadas. Há poucos metros do parque tem vários motéis,fomos em um deles a pé mesmo,ele não quis se registrar, mas depois de uma conversa liberaram sem registro pagando bem mais caro, muito mais… Fomos para o quarto, tomamos um bom banho e debaixo do chuveiro eu me abaixei e comecei a chupa-lo, que logo endureceu, fomos para a cama molhados mesmo e o chupei de novo com ele deitado e eu em cima, ele me ajeitou na cama e ficou com a cabeça sob minha bocetinha que passou a me chupar e fizemos um 69 bem demorado, talvez quase de uma hora, meu maxilar já dava sinal de dor, até que ele me fez gozar lambuzando todo o seu rosto e eu queria que ele gozasse também, então passei a masturbar com a mão, sem tirar da boca, mas não gosto muito de fazer isso, já que sexo oral é só com a boca. E consegui depois de um tempo, mesmo não sendo um gozo como o da primeira vez, foi pouco esperma, mas bem vindo que o agradeci oferecendo meu cuzinho para ele foder de novo e nem precisei falar, e lá estava ele, puxando meus cabelos e metendo maravilhosamente bem o seu pau gostoso na minha bunda, que também sofria palmadas fortes, conseguiu me dar outro orgasmo e depois algumas gozadas, já implorava para ele gozar, me sentia ardida a cada movimento dele e passava gel lubrificante para aliviar, até sentir seu espasmo de que estava gozando, enchendo minha de esperma, mas sai, me virei de frente a ele e lambi o restante e coloquei todo o seu pau murcho e mais o saco em minha boca, ele se espantou, mas adorou o meu feito. Depois nós pedimos para trocar de quarto, já que zoamos tudo deixando o colchão molhado, nos beijamos muito como se fôssemos namorados novos… rs e dormimos.

De manhã, acordei ele chupando o e logo tomando porra, fodeu meu cu e boceta várias vezes. E ao meio dia, nos despedimos, nos beijamos, trocamos os celulares (eu dei meu Samsung e ele seu LG…. brincadeira… kkkk) os números. Um mês e pouco depois ele me liga, marcamos de se ver e ele veio em Guaianases onde moro, mas não fomos em casa e sim em um Hotel próximo, transamos muito a noite toda, fiquei feliz quando ele me disse que nunca mais faria o que fez, assim a força. Tenho a certeza de que estou ajudando muitas mulheres que não gostariam disso a violência gratuita. Isso se passou a dois anos e pouco e ele ainda me liga, mas agora sou casada, só passo um tempo com ele, a noitada, já não dá mais e ainda me diz que não sou obrigada sair com ele, posso parar de vê-lo se eu quiser. Agradeci e pedi que me ligue sempre, mesmo para conversar ou eu é que o forçarei…./

Obrigada pela visita,espero que gostem. Comentem, por favor! Beijos